Pioneira da autopublicação no segmento erótico nacional, com mais de um milhão de visualizações de suas histórias na plataforma online Wattpadd e sucessivos primeiros lugares na lista dos e-books mais vendidos da Amazon, Nana Pauvolih estreia na Rocco com a trilogia Redenção, um de seus maiores sucessos. Lançamento da coleção Violeta, do selo Fábrica231, Redenção de um cafajeste, o primeiro volume da série, conta a história de uma garota simples, que sonha terminar a faculdade e ser professora, e se envolve com um empresário sem escrúpulos. Uma história que mistura doses certeiras de paixão, romantismo e erotismo, tendo o Rio de Janeiro como cenário. Em Redenção de Um Cafajeste, a autora narra a história de uma garota simples, que sonha terminar a faculdade e ser professora, e que conhece um empresário, dono de uma das revistas masculinas mais escandalosas do país. Uma história que mistura doses certeiras de paixão, romantismo e erotismo, tendo o Rio de Janeiro como cenário.
















Informações:

Editora: Fábrica 231
Autora: Nana Pauvolih
Páginas: 557
Lançamento: 2015
Skoob: Link



Resenha

Como eu estava com saudade de resenhar nacionais!

 O escolhido para abrir o nosso BEDA (Blogs Every day in August) é o romance erótico, lançado ano passado pelo selo Fábrica 123, da editora Rocco.

Nana Pavoulih é um fenômeno da autopublicação e muito conhecida pois faz bastante sucesso na Amazon. Redenção de Um Cafajeste é o primeiro da trilogia, que é seguido por Redenção e Submissão e Redenção por Amor.

Neste romance conhecemos Maiana, uma carioca, moradora de Nova Iguaçu, estudante de História, que trabalha como secretária e carrega a família nas costas. A mãe e a irmã são duas folgadas. Socorro, em muitos momentos você tem vontade de matar as duas. Sério, a mãe só fica sentada no sofá vendo novela e a irmã só gosta de farra e de correr atrás de macho, trabalhar que é bom NADA.

Arthur Moreno é um cafajeste de marca maior e não é balela. Geralmente quando você lê um livro que tenha cafajeste eles são mansos demais. Fiquei impressionada com o Cafa da Nana, é daqueles de odiar, de verdade. O reizinho ― como a avó de Arthur costuma chamá-lo ―, é o capeta gente. Que homem é esse? HAHA

Arthur é rico, sedutor e louco por sexo, ele vê em Maiana o oposto da mulheres que ele está acostumado. O plot é clichê, a história do cara que vê potencial na mocinha que até então é tida como sem graça e virgem. Mas o desenrolar como um todo é libertador. 

Maiana é bobinha e inocente até uma boa parte do livro. Quando ela toma um baque e vê quem Arthur realmente é, ela começa acordar para a vida e ver que nem todo mundo é bonzinho. 

Matheus e Antônio, os dois melhores amigos de Arthur também marcam presença e você já fica por dentro mais ou menos do que te espera para o próximo livro.

Os livros de Nana se passam no Brasil, em um cotidiano que estamos acostumados. Por exemplo, a Maiana anda de trem, é moradora da baixada fluminense e em um dos capítulos ela vai para Nilópolis para um ensaio da Beija-flor. Eu, nunca tinha lido nada com essa temática, se passando por aqui (RJ).

Como todo romance erótico, as cenas de sexo muito bem descritas e pra ninguém colocar defeito. Arthur usa Maiana de todas as formas possíveis e gosta de exibí-la como um troféu. Mas ela descobre como ele fez para se aproximar dela e aí a casa cai. Maiana faz Arthur comer o pão que o diabo amassou ― muito merecido, diga-se de passagem ―, e a redenção veio por que até ele merece, não é mesmo?

Sobre a edição: Páginas amareladas ― do jeito que eu AMO ―, a trilogia faz parte da coleção Violeta. A capa é super bonita, faz jus ao Arthur. A contracapa deixou a desejar, a modelo não pareceu em nada a Maiana e aquela blusa amassada me deu um nervoso de ficar olhando. HAHA

Considerações Finais: É um bom livro, a parte erótica é hardcore e nem todo mundo gosta. Vi muitas críticas mas também vi quem morra de amores. A Nana é uma escritora sensacional e tem um catálogo invejável na Amazon. Ela acabou de assinar com a Editora Planeta e vai lançar sua série Segredos, além de um livro inédito, chamado Pecadora.



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