Mais um dia de BEDA, estou firme e forte nas postagens (Nem tanto). Hoje, vou trazer um tema diferente. Como dá para perceber no título, vou contar a minha história com o Nicholas Sparks. E não, não é uma história "NOSSA, VOCÊ BEST DO NICHOLAS SPARKS?". Não, não sou. 

Mas nas duas vezes em que ele esteve aqui no Brasil, eu tive o prazer de encontrá-lo. E bom, da primeira vez foi tudo lindo e maravilhoso. Já na segunda... Quem estava na bienal de 2013 vai saber do que eu estou falando, mas vamos por partes.





O início

Conheci por causa do filme "Um Amor Para Recordar". Foi amor a primeira vista. HAHAHA

Fui pesquisar e descobri que era baseado em um livro. E adivinha de quem era? Do tio Nick — o jeito carinhoso que eu o chamo —. Bom, o interesse partiu daí. 

Na época, Diário de Uma Paixão já tinha lançado aqui mas com outro nome. Era um edição rara, chamado "O Caderno de Noah". Sério, cacei que nem vocês caçam os Pokemóns. Quem tem essa edição não vende por nada na vida. Há alguns anos atrás descobri que na minha faculdade tem essa edição, sou louca para fazer uma troca com a edição nova, acho justo.

Os primeiros livros

Foi um boom na vida das leitoras do Nicholas. A editora Novo Conceito comprou os direitos e alguns livros foram lançados. Querido John, A Última Música e Noites de Tormenta tinham sido lançados quando eles anunciaram a vinda dele aqui. Surtei MUITO. 

A vinda para o Brasil

Os livros estavam nas listas dos mais vendidos quando Novo Conceito anunciou a vinda dele. Eu lembro que marquei com uma amiga do colégio, e nós fomos. Chegamos lá e já tinha bastante gente. Eram somente 200 senhas, e foi bem tranquilo. O Nicholas foi super simpático, atendeu e autografou quantos livros a pessoa tivesse levado. Eu lembro que na fila conheci uma mulher que tinha todos livros do Nicholas em inglês e ficou até o final para ver se ele autografava.

E sim, se eu não me engano, na época eram 15 livros e ele autografou todos.

O encontro (2010)

Ele dá beijo na mão, é super simpático, gosta de conversar. Um amor de pessoa. Saí de lá encantada. Nesse dia, eu autografei Querido John e A Última Música.



Olha a cara de feliz da menina. HAHAHA

Sério, não tinha uma mulher que saísse sem suspirar, ele é um fofo.

With love, AI JESUS.


A vinda em 2013

Em 2013 foi tudo diferente. A editora do Nicholas agora era a Arqueiro, que já tratou de lançar vários livros e resolveu trazê-lo na bienal do RJ. Eu sabia que daria confusão. O esquema era o seguinte: o Nicholas fariam um bate-papo, era 300 senhas e depois autografaria os livros e você teria que pegar outra senha, que seriam 200 somente. Ah, o autor veio fazer o lançamento de Uma Longa Jornada e era obrigatório a compra do livro. E no final acabou não sendo, por que a confusão que deu foi histórica. HAHA

A confusão já começou que o povo ficou revoltado, as senhas acabaram muito rápido, o público dele era muito grande. Minha prima foi na frente para ver se conseguia pegar e não conseguiu. Me perdi dela e decidi ir para o auditório ver se achava ela. Estava uma confusão miserável, no final eles cancelaram o bate-papo e a sessão de autógrafos e o Nicholas atenderia algumas pessoas dentro do auditório mesmo. Nem preciso dizer que o povo enlouqueceu, não é?.

Gente, eu fiquei espremida, quase morri, uma sensação horrível. O povo se empurrando, pedindo para entrar. Acabou que no final eu fui empurrada e consegui entrar. Lá dentro uma fila interminável, e fui informada que ele só autografaria um livro e eu escolhi Diário de Uma Paixão porque é meu livro favorito. Ou seja, comprei Uma Longa Jornada a toa. 

Dessa vez, não foi tão encantador. Ele tentava dar uma atenção mas a organização da editora foi super grossa, eles estavam empurrando para as pessoas irem logo. Uma falta de respeito total. Mas consegui o autógrafo e a foto.

Observem que eu quase me joguei na mesa.


Um amor de pessoa gente. Fiquei bem p*ta com a editora e a falta de organização. Eu lembro que xinguei horrores no facebook, por que foi mal organizado. O Nicholas tem MUITOS leitores e o mínino que poderia ter sido feito para ele era um evento direito. No final parece que ele atendeu cerca de 1000 pessoas quando o previsto eram 200 —.



Moral da história: Acho que a Arqueiro aprendeu a fazer evento porque na bienal seguinte tudo correu bem. rs

Espero que tenham gostado.


*Esse post é do BEDA de quarta-feira.


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