Dona de um restaurante em Chicago, Kate Donovan não poupa esforços para cumprir seus objetivos. Mitchell Wyatt é um empresário de personalidade indomável, herdeiro da expressiva fortuna da família Wyatt. Kate tentou resistir a Mitchell, mas foi em vão. A princípio, deram passagem à timidez, mas com o tempo se entregaram a um turbilhão de emoções novas e mágicas, diferente de todas as experiências que já haviam vivenciado. O cenário da paixão arrebatadora é a ilha tropical de Anguila, terrritório britânico no Mar do Caribe. Mas a plenitude da felicidade chega ao fim quando Mitchell é intimado por sua família a comparecer ao interrogatório sobre o desaparecimento de seu irmão. Insegura, Kate começa a desconfiar do que sabe a respeito de sua misteriosa paixão. Numa história que dosa paixão, mistério, assassinato e psicologia em tom dinâmico e arrebatador, a mestre do romance Judith McNaught, autora do best- seller Whitney, Meu Amor, instiga leitores do mundo inteiro a conhecer o desfexo dessa eletrizante relação de Kate e Mitchell e das inúmeras intrigas em que se envolvem.













* Informações

ISBN: 9788528613650
Editora: Bertrand Brasil
Páginas: 486
Ano de Lançamento: 2009


RESENHA


Conheci a  Judith através da minha prime que me emprestou um livro dela chamado Agora e sempre e  acabou me falando sobre esse que vou resenhar chamado Todo Ar que Respiras.

E o que me chamou atenção logo de início? O título, achei lindo, romântico e aberto a muitos significados.

Comecei a procurar sobre o livro pra saber e decidi comprar.
Logo no início eu já gostei porque a autora fez agradecimentos ao Michael Bublé (sou uma fã apaixonada) e no decorrer da história o Michael é citado algumas vezes. Em uma delas inclusive a Kate conta para o Mitchell que o Michael cantou no restaurante do pai dela antes da fama.
Entendam, Mitchell Wyatt é um cara apaixonante, as descrições sobre ele faz qualquer uma perder a cabeça e ele é misterioso. E nós mulheres (a maioria pelo menos) gostamos de um cara misterioso, isso dá um charme a mais e acaba sendo um desafio para nós. Acho que foi isso que chamou a atenção da Kate e vai chamar a sua atenção se você for ler.
Kate se encontra em um dilema: tem um namorado de 4 anos que está sempre trabalhando muito e nunca tem tempo pra ela, que a deixa numa ilha tropical na Arguilha.

E do outro lado um cara lindo, maravilhoso e gentil chamado Mitchell Wyatt que ela conhece a pouquíssimo tempo mas se sente extremamente atraída por ele. Mas desde o início Mitchell deixa claro que eles não vão ter nada além de uma coisa passageira (lê-se sexo) e que não terão nenhum envolvimento afetivo. Até quem é contra traição (tipo eu) perdoa a Kate, porque é difícil resistir ai um Mitchell da vida, ainda mais se quem está contigo não dá assistência.
Mas aí acontece o que ninguém previa, eles se apaixonam (RISOS), e decidem ficar juntos, mas a vida não é justa. E muitas coisas acontecem, contratempos e eles se desencontram.

Cada um segue seu rumo e um acontecimento faz com que eles se encontrem de novo depois de alguns anos e é tão lindo.
Se você está a fim de um romance bom, tá aí um ótimo pra ler, Judith McNaught é rainha de um bom romance, pesquisei bastante sobre ela e o forte dela é mesmo o romance.

A única coisa que me incomodou no livro foi a parte policial que é bem ruim, as coisas aconteceram tão rápido, os assuntos não foram aprofundados e se perderam, queria que as coisas tivessem sido mais difíceis para os personagens.
E pra quem ficou curiosa pra saber o porque do título do livro, você só vai saber na última página mas vai valer a pena esperar.

- Por favor, é só tentar ver a coisa sob a minha perspectiva. Você estava num hotel caríssimo do qual não é hóspede, é de uma beleza escandalosa, uma lábia incrível, totalmente charmoso, e trabalha muito rápido: dois ou três minutos depois de me conhecer, me pediu que o levasse para jantar.
A expressão dele não se suavizara nem um pouco, o que revelou a Kate duas coisas: não se sentia nem um pouco lisonjeado com as observações elogiosas dela sobre sua aparência e encanto; e esperava uma explicação sobre o motivo para ela instruir quem lesse o bilhete a conseguir com o garçom uma descrição dele.
Afastando o cabelo da testa , ela admitiu toda a embaraçosa verdade .
- Eu fiquei perturbarda com a possibilidade de ter sido atraída a um jantar com um gigolô, mas depois percebi que você era muito pior que um gigolô.
- Eu não consigo pensar em nada mais repulsivo que um gigolô.
-É, mas você podia ser muito pior que "repulsivo". Podia ser perigoso. Podia ser um assassino que pega mulheres nos hotéis , mata e enterra os corpos na areia ...ou...alguma coisa assim...
Kate deixou a frase morrer , sentido-se uma colossal idiota.

- Por isso deixou uma bilhete para as autoridades me encontrarem, caso desaparecesse?

Boa leitura! 


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